Eu não ligo para aniversário...
É um dia qualquer desta vida.
Amanhecendo, acordei... Abri os olhos... A luz da rua insistia em entrar no quarto. Ouvi a gata ronronando nos pés da cama, parecendo satisfeita com o amanhecer. O silêncio da casa acolhia os cantos de pássaros ao longe.
Uma freada na rua, a sirene de uma ambulância me levou a pensar quem estava sendo levado para o hospital... A beira da morte? Quem sabe, um jovem, ou um velho, uma criança? Sei que a morte não escolhe dia, hora e muito menos tipo de pessoa.
Saí da cama
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